Construção de Subestação em Amaral Ferrador

Projeto, obra e energização de subestações de média e alta tensão, sob responsabilidade de engenheiro eletricista (CREA/RS), respeitando o prazo de conexão da CEEE.

O Grupo Linha Viva realiza a obra de subestações de média e alta tensão em Amaral Ferrador para indústrias e comércios ligados à rede da CEEE. Do projeto à energização, a execução cabe a engenheiro eletricista (CREA/RS) e segue a NBR 14039 e a NR-10, incluindo a homologação na concessionária.

Escopo da obra

Instalação de Subestação em Amaral Ferrador para Empresas

Como empresa de construção de subestação, o Grupo Linha Viva implanta em Amaral Ferrador a subestação elétrica com transformador, cubículos de média tensão, barramento, proteção e aterramento, dimensionados, instalados e comissionados até a energização. Cada subestação industrial segue a NBR 14039, a partir de projeto e ART de engenheiro eletricista (CREA/RS).

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Projeto Elétrico e ART

Dimensionamento da subestação, diagrama unifilar e memória de cálculo, no formato que a concessionária exige para liberar a obra.

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Obra Civil

Fundação, abrigo e estrutura que recebem os equipamentos, com canaletas de cabos, drenagem e ventilação conforme o tipo de subestação.

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Montagem Eletromecânica

Instalação e interligação do transformador de potência, dos cubículos de média tensão e do barramento, conforme o projeto.

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Aterramento e Proteção

Malha de aterramento, para-raios e relés de proteção que defendem a instalação contra falhas, surtos e descargas atmosféricas.

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Comissionamento e Ensaios

Conjunto de testes antes de energizar, da rigidez do óleo isolante à relação de transformação, que comprovam a operação segura.

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Energização e Laudo

Coordenação da ligação com a concessionária, energização da subestação e entrega do laudo técnico que regulariza a instalação.

Construção de subestação em Amaral Ferrador: custo, prazo e requisitos do projeto

Três fatores definem a obra de uma subestação e devem ser avaliados antes de contratá-la: a potência em kVA requerida pela carga, o tipo de subestação compatível com o espaço disponível e o prazo que a concessionária leva para aprovar o projeto e liberar a energização. Uma empresa de projetos de subestações leva em conta esses três pontos antes do início da obra, o que protege o cronograma e evita revisar o orçamento no meio do caminho.

Na maioria dos casos, a obra em si raramente é o gargalo: nas subestações que executou, o Grupo Linha Viva entregou a parte construtiva antes do prazo previsto, com equipe dedicada e com projeto, obra civil e montagem tocados em frentes paralelas. O que costuma alongar o calendário é a tramitação documental na concessionária, fora do controle de quem faz a obra. Por isso a empresa protocola e acompanha a aprovação do projeto desde o início, para reduzir essa espera e proteger a data de energização.

Qual o custo de construir uma subestação?

O preço de uma subestação elétrica muda com a potência em kVA, com o tipo escolhido (aérea, abrigada ou blindada), com os equipamentos especificados e com a abrangência da obra. Uma unidade de 300 kVA fica em outro patamar de investimento que uma de 1.500 kVA com cubículos blindados. E o preço da obra não é o único custo que pesa: cada dia de instalação parada à espera de energia segura parte do faturamento que a inauguração ou a ampliação deveria liberar. Por isso uma empresa de construção de subestação define o orçamento por escopo, depois de avaliar tecnicamente a carga e o local.

Em quanto tempo a subestação é energizada?

Vários prazos se acumulam até a energização: a liberação do projeto pela concessionária, a entrega do transformador e dos cubículos, a execução da obra civil e o comissionamento. A Resolução Normativa 1.000/2021 da ANEEL define o prazo de conexão para consumidores do Grupo A, que passa a correr depois que o projeto é aprovado. Para que a subestação não atrase a inauguração, o projeto elétrico tem de andar lado a lado com a obra civil, e não em seguida a ela. O Grupo Linha Viva alinha o cronograma da subestação ao da construção logo na partida.

Quando a concessionária exige uma subestação de entrada?

A exigência surge quando a demanda do empreendimento ultrapassa o que a baixa tensão entrega e a unidade passa para a faixa de média tensão, na condição de consumidor do Grupo A. A ligação passa a se dar em tensão acima de 2.300 V, e fica a cargo do próprio consumidor a subestação de entrada que recebe e rebaixa essa energia até o ponto de conexão com a rede. É essa peça que a CEEE vincula à aprovação antecipada do projeto, geralmente elaborado por uma empresa de projetos de média tensão.

Vale a pena construir uma nova subestação ou ampliar a atual?

A resposta está na folga que a subestação atual ainda tem para a nova demanda. Se há potência instalada suficiente para a carga, basta ampliação ou adequação: troca do transformador, acréscimo de cubículos ou reforço da proteção. Se a demanda ultrapassa a capacidade, ou se a instalação já opera no limite, sem folga, compensa partir para uma subestação nova. A migração para o mercado livre de energia também leva a adequar a subestação e a revisar a medição. Quem define o caminho é o estudo de carga e demanda, feito por uma empresa de estudos de subestações.

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Quem Constrói

O Grupo Linha Viva na construção de subestações para empresas

Atendemos todo estado do RS e SC

As subestações de média e alta tensão que o Grupo Linha Viva entrega a indústrias e comércios são construídas por uma equipe com mais de 28 anos de experiência em redes energizadas. A empresa de engenharia elétrica atua no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina desde 2016 e também faz manutenção em subestação e em linha viva. Grupo IESA, CRVR e Gruen estão entre as empresas que contrataram a construção de suas subestações.

Nossos Clientes

Indústrias e comércios que já atendemos

Obras Reais

Projetos de subestação Elétrica para empresas

Cada imagem abaixo registra uma subestação de média e alta tensão que a nossa equipe tocou da concepção do projeto à energização, em ambientes industriais, comerciais e hospitalares. Essas subestações variam de 60 kVA a 2.000 kVA, desde a entrada de um comércio até a carga de uma indústria de grande porte. Em cada uma, transformador, cubículos e proteção foram instalados de acordo com a NBR 14039.

Dúvidas Comuns

Perguntas frequentes sobre construção de subestação em Amaral Ferrador

Sim. Quem constrói a subestação também pode mantê-la: o Grupo Linha Viva faz manutenção preventiva e corretiva, ensaios periódicos e a manutenção de cabine primária ao longo da vida útil da instalação. Indústrias e comércios de Amaral Ferrador ficam, assim, com um único responsável técnico do projeto à operação, mantendo a subestação em conformidade com a NBR 14039 e a NR-10.

Sim. O Grupo Linha Viva atende Amaral Ferrador, a região metropolitana e o interior do Rio Grande do Sul, além de Santa Catarina. Em Amaral Ferrador, a construção é coordenada com a CEEE . Para confirmar o atendimento no endereço da obra, solicite uma avaliação técnica.

Depende do tipo de obra. Uma subestação nova é construída sem interromper a operação atual, e só a energização final exige um desligamento programado, agendado com a CEEE em janela de baixa produção. Em ampliações de uma subestação existente, parte do trabalho pode ser feita com linha viva, reduzindo a parada.

Sim. O projeto elétrico, o diagrama unifilar, a memória de cálculo e a ART do engenheiro responsável fazem parte do serviço de construção. O mesmo responsável técnico que assina o projeto acompanha a obra até a energização. Isso evita contratar o projeto e a execução separadamente.

Sim. O Grupo Linha Viva protocola o projeto, acompanha a aprovação na CEEE e agenda a vistoria e a ligação até a energização. Esse trâmite com a concessionária faz parte do serviço, então a obra não fica parada esperando a parte burocrática. O prazo de conexão segue a regulação da ANEEL.

Por meio de contrato com escopo definido, cronograma e um engenheiro responsável técnico (CREA/RS) nomeado, que responde pela obra do início à entrega do laudo. O Grupo Linha Viva tem CNPJ ativo desde 2016 e portfólio de subestações executadas. O escopo fechado evita custos extras e abandono de obra no meio.

Sim. Além da construção, o Grupo Linha Viva faz a manutenção preventiva, corretiva e preditiva de subestações, incluindo a manutenção de cabine primária e de subestação de média tensão. Manter a subestação em dia preserva a garantia dos equipamentos e o laudo exigido pela concessionária.

Sim. Antes do orçamento, o Grupo Linha Viva faz uma avaliação técnica do local e da carga, para dimensionar a subestação e definir o escopo da obra. Essa visita evita surpresas de custo depois e permite um orçamento por escopo fechado. Para agendar, basta enviar os dados da obra.

Sim. A construção é entregue com garantia de serviço, e os equipamentos seguem a garantia de fábrica do fabricante. A cobertura depende da manutenção em dia, já que a falta de manutenção pode anulá-la. O Grupo Linha Viva detalha os prazos de garantia no contrato da obra.

Sim. O Grupo Linha Viva especifica e fornece o transformador, os cubículos de média tensão e a proteção da subestação, já dimensionados pelo projeto, ou trabalha com os equipamentos fornecidos pelo cliente. Em qualquer caso, a definição passa pelo projeto, para evitar incompatibilidade entre o equipamento e a obra.

Sim. O laudo técnico e o prontuário das instalações, exigidos pela NR-10, comprovam a conformidade da subestação à concessionária, à seguradora e à auditoria de ISO. O Grupo Linha Viva entrega esses documentos ao final da obra, com a ART do responsável técnico.